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Dicas e recomendações para aderir ao e-commerce e aplicativos de entrega

Com as mudanças que vivemos nos últimos meses, muitos passaram a dedicar o tempo para realizar tarefas cotidianas em casa e, com isso, mudanças e adaptações foram necessárias a todos nós. 

Por exemplo, a transição para “home office” (trabalho feito de casa) de grande parte das empresas e funcionários e, também, proprietários de estabelecimentos comerciais e lojas físicas, que começaram a investir mais no comércio eletrônico (e-commerce). 

Todos precisaram criar novos hábitos e isso fez com que os comércios se adaptassem também. Estamos diante de um novo cenário econômico, ainda repleto de desafios, mas se usarmos a criatividade, muita coisa pode ser promissora e facilitadora.

Veja a seguir, como está esse atual cenário, onde as oportunidades podem ser abraçadas, quais as cautelas a se atentar, e algumas dicas e recomendações para essas adaptações serem mais agradáveis e úteis.


Cenário: O e-commerce nosso de cada dia

Como citado anteriormente, as adaptações também influenciaram alguns dos nossos hábitos do cotidiano, como o uso mais frequente do e-commerce (comércio eletrônico), em que começamos a comprar mais usando a internet. 

Para se ter uma ideia, um estudo realizado pela Kearney (consultoria global de gestão estratégica) e divulgado pelo E-commerce Brasil, aponta que a previsão de faturamento de 2020, desse mercado no Brasil, é algo em torno de R$ 111 bilhões, 49% mais do que em 2019 (R$ 75 Bilhões).

Trazendo isso para a realidade das famílias no Brasil, isso quer dizer que aquele estoque da despensa já foi preenchido com uma compra feita em algum site de uma rede de supermercado, ou também, que muitas refeições do almoço e jantar, foram pedidas via aplicativos de delivery (entrega), ou diretamente ao estabelecimento.

Oportunidades: O e-commerce como parte do negócio

Diante deste cenário, do novo comportamento de compras e pedidos online adotados pelo brasileiro, e com a previsão de crescimento até o fim do ano, fica um alerta de que o comerciante possa investir ou dividir um pouco a sua força de trabalho no e-commerce. 

O Brasil registra a abertura de mais de uma loja virtual por minuto. Entre os meses de março e maio deste ano, surgiram 107 mil novos estabelecimentos na internet, segundo a ABCOMM (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico). A média de novas lojas era de 10 mil por mês antes da Covid-19.

Como fazer: Recomendações para trabalhar com e-commerce

Foi mostrado que e-commerce é uma ótima oportunidade, porém, o comerciante ou empreendedor que for implementá-lo em seu negócio, deve se atentar a vários pontos antes de mais nada. 

Apesar de oferecer novas possiblidades às lojas físicas, ter um e-commerce não é garantia de uma experiência satisfatória para o cliente, o que pode impactar diretamente as vendas e colocar toda a estratégia digital a perder.

O e-commerce só se aplica a empresas que comercializam bens consumíveis ou alguns determinados serviços, ou seja, não é para qualquer empresa de qualquer segmento. Além disso, com mais de 930 mil sites de venda no Brasil (ABCOMM), é preciso encontrar maneiras de se destacar para criar um e-commerce de sucesso. 

Veja a seguir algumas recomendações e considerações levantadas por alguns especialistas no assunto. (Fernando Rizzatti, sócio-diretor da Neotix – consultoria de transformação digital e Ricardo Monteiro, sócio da DMK Group no Brasil e Estados Unidos – empresa especializada em registros de marcas e patentes).

  • Além da diversidade de produtos, o comércio eletrônico permite uma competitividade maior, o que possibilita ao consumidor consultar milhares de lojas, e escolher a que oferece o melhor produto pelo preço mais atrativo;
  • Quem estiver interessado neste mercado, para começar é preciso, em primeiro lugar, moldar o método de negócio para a internet, analisando questões práticas e levando em consideração também o pós-venda, como ocorrerá o manuseio da mercadoria, envio, emissão de notas fiscais entre outros custos tradicionais;
  • O investimento para plataforma de venda em si é muito variável. Depende muito do tipo de produto, alcance das vendas, entre outros fatores. Porém, o investimento para iniciar uma loja virtual é extremamente menor, se comparando para abrir um negócio tradicional, com locação de sala, estrutura e pessoas;
  • Se for investir em uma loja virtual é muito interessante e recomendado possuir uma sessão ou página institucional, falando mais sobre sua marca, empresa e seu negócio.  Ajudará a passar mais segurança para o consumidor de quem ele está comprando;
  • Qualquer pessoa pode iniciar as vendas online sem ter uma plataforma ou site próprio, apenas realizando vendas por meios de “marketplaces”, por exemplo, é o jeito mais rápido de iniciar suas vendas online, onde o custo é extremamente baixo e o vendedor consegue visibilidade em grandes sites. Mas na contramão disso, não é possível personalizar a loja, o cliente não estabelece uma conexão com a marca e o empresário sofre um pouco com a baixa recorrência;
  • Outro ponto fundamental é a acessibilidade. Segundo pesquisa realizada pelo IBGE, 94,6% dos brasileiros utilizam o smartphone para acessar a internet, portanto, é imprescindível que o e-commerce seja responsivo, adequando ao tamanho da tela do dispositivo que está acessando; 
  • Também é fundamental que a página atenda os portadores de necessidades especiais, o que infelizmente, é raro no Brasil – apenas 1% dos domínios ativos no Brasil são compreensíveis para grupos com deficiência. Nesse sentido, a loja virtual precisa pensar em soluções baseadas em diretrizes sobre o tema, como as WCAG (Web Content Accessibility Guidelines);
  • Por fim, é preciso muito, mas muito, teste, para que o seu site ou sistema não falhe. E, mesmo tudo correndo bem durante a compra e recebimento do produto, o dono do e-commerce não pode se esquecer do pós-venda, etapa novamente citada e que ele deve se atentar. O atendimento posterior a uma compra é tão importante quanto o cumprimento do prazo de entrega, além de promover uma experiência perfeita, o lojista virtual tem que ter o foco em não fazer parte dos sites onde clientes relatam problemas de péssimas experiências, como o Reclame Aqui. Só assim, seus potenciais clientes se sentirão seguros para fazer compras e os atuais ficarão ansiosos para voltar a comprar, a fim de repetir a experiência de sucesso que tiveram.

O e-commerce e os cuidados com envio

Quando o tipo de produto comercializado é simples e com a possiblidade de ser despachado na agência de Correios, a venda e alguns custos de frete são mais facilitados, por exemplo.

Agora, quando o produto é mais frágil ou é um alimento ou uma bebida, nesses casos, os envios devem ser feitos por transportadoras especializadas, uma vez que é inviável enviar esses tipos de produtos pelos Correios.

O especialista no assunto, Ricardo Monteiro, enfatiza que o principal fator de cálculo de frete hoje é o peso e dimensões: 

“Os empresários devem procurar boas empresas de transportes que cumpram os prazos e entregam com segurança as mercadorias. Para o consumidor final, quem estará fazendo a entrega em si é a empresa do e-commerce, e não a terceirizada. É o momento chave da venda online, onde tudo deve ocorrer com agilidade e segurança”.

Outra dica é procurar diversas transportadoras, e trabalhar com mais de uma, já que algumas podem oferecer custos diferentes para determinadas regiões do país. Assim, a empresa conseguirá ofertar um frete mais competitivo no mercado. 

Além disso, algumas empresas optam por fazer o envio com motoboys, por exemplo. E ainda, tem os estabelecimentos que preferem fazer eles mesmos a entrega. Por motivo de contenção de gastos ou preferência mesmo. As duas possibilidades são viáveis, mas é preciso lembrar que o cliente espera que o produto chegue corretamente. No caso de entrega de alimentos, que estejam frescos e bem conservados. Por isso, investir em embalagens apropriadas para envio é muito importante.

Algumas ferramentas práticas para a nova realidade

Como foi falado, o e-commerce é uma realidade em nosso cotidiano, e partir desses novos hábitos, também começamos a fazer tudo, praticamente, com o uso da internet.

O smartphone se tornou o nosso acessório inseparável, e foi com ele que começamos a usar, mais frequentemente, por exemplo, aplicativos de delivery para pedidos de refeições ou compras. Da mesma forma, também que migramos para os aplicativos de trocas de mensagens, sendo que a nossa comunicação ficou quase toda online. Algumas empresas usam, por exemplo, o Whatsapp como ferramenta de comunicação e relacionamento com os seus clientes. Também é um canal para realização e acompanhamento de pedidos, além de outras funcionalidades.

Por isso, pode ser uma boa ideia investir em aplicativos para cadastrar seu estabelecimento para vendas e-commerce. Confira a seguir, algumas sugestões:

  • iFood: é o mais conhecido e pioneiro de delivery de comida no Brasil, desde 2011. Possui um sistema bem organizado de busca por estabelecimentos, realiza a entrega e faz cobrança pelo pedido, além de oferecer o recurso de geolocalização; 
  • Rappi: em funcionamento desde 2015, é uma empresa de delivery de comida como também de produtos. Há a possibilidade de pedir entregas de supermercados ou farmácias conveniadas. O grande diferencial para os que são donos de estabelecimento com cadastro nesse aplicativo, é a alternativa de contratação de serviços de bikeboy e motoboy, caso for preciso terceirizar a entrega;
  • Uber Eats: fundado em 2014 a partir do aplicativo de transporte que tem o mesmo nome, ou seja, é o aplicativo de delivery do Uber. E ele também mostra resultados perto da localização atual do usuário.

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