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Entenda o conceito de “saúde completa” e como ajudar seus colaboradores nessa busca

Os tempos atuais estão trazendo cada vez mais desafios para os profissionais quem lidam com gestão de pessoas. Todos foram pegos de surpresa por um período de quarentena que deve mudar para sempre alguns hábitos, alterar algumas percepções enraizadas e trazer reflexões importantes sobre o nosso futuro e o nosso conceito de “saúde”.

É fundamental que o profissional de Recursos Humanos esteja atento a esta discussão para ajudar seus colaboradores a superar este momento e manter as equipes saudáveis, motivadas e produtivas.

O “novo saudável”

Durante o período de isolamento social, muitos gestores começaram a perceber a necessidade de discutir um conceito mais amplo do que é considerado uma pessoa “saudável”. O objetivo? Ajudar seus colaboradores a encontrar um ponto de equilíbrio entre todas as pressões que os profissionais vem sofrendo.

Obviamente que a observação e o cuidado com questões clínicas tradicionais como colesterol, pressão sanguínea e taxa de açúcar não devem ser deixados de lado, mas é necessário, especialmente em momentos atípicos como este, um entendimento mais profundo do conceito de “saúde”.

O conceito de “saúde completa” engloba diversos outros aspectos que devem estar no radar dos profissionais que lidam com pessoas. Aspectos que raramente são tratados nas clínicas e consultórios médicos mas que tem impacto direto no bem estar dos profissionais de todas as áreas.

A preocupação com o todo

A questão da saúde física continua encabeçando a lista de fatores a serem observados, já que nenhuma discussão sobre “saúde completa” faz sentido se houver qualquer comprometimento físico.

Portanto devem sempre ser mantidas as indicações de exames de rotina e todos os cuidados clínicos tradicionais. Uma alimentação saudável, questão básica da manutenção da saúde, deve ser olhada com ainda mais cuidado e, sempre que possível, com supervisão de um nutricionista.

A saúde mental, muitas vezes encarada como menos importante, ganha status de prioridade. E a um olhar sobre o aspecto financeiro ganha agora uma importância maior.

Os impactos da quarentena

As restrições de mobilidade e de convívio social que vivemos nos últimos meses deixaram evidente a importância das interações sociais em nossas vidas. Indivíduos que moram sozinhos ou longe das famílias foram os que mais sofreram, elevando muito a quantidade de casos de depressão e transtornos de ansiedade.

A diminuição abrupta da atividade econômica também afetou muitas pessoas até então consideradas saudáveis. Profissionais que tiveram seus rendimentos reduzidos e até extintos durante a pandemia começaram a apresentar quadros de instabilidade emocional e doenças psíquicas, bem como o aumento exagerado de peso corporal, o que muitas vezes pode significar o aparecimento de doenças como o diabetes. Esta observação prova de uma maneira incontestável a necessidade de uma visão mais ampla para apoiar os colaboradores neste momento.

Como podemos ajudar?

O entendimento deste assunto complexo nos leva a repensar as redes de apoio que oferecemos em nossos ambientes de trabalho. Cabe aos gestores planejar atividades e rotinas que se encaixem na realidade das empresas e que olhem para todos estes aspectos, acolhendo as novas necessidades dos profissionais. Além das tradicionais atividades que visam a saúde das equipes, vale a pena pensar também em maneiras de desenvolver a educação financeira, que tanto pode fazer pelas famílias dos colaboradores, e manter um olhar sempre atento e humanizado aos sinais de desequilíbrio que os indivíduos possam apresentar.

Para saber como promover outros benefícios aos seus colaboradores, clique aqui



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