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Conflitos de gerações: identifique e tenha um time melhor

Ter equipes com perfis diversos pode ser uma estratégia muito interessante para empresas. Contar com profissionais experientes, que já passaram por diversas situações na vida pessoal e na carreira, podem trazer equilíbrio e sensatez em diversos momentos. E mesclar este perfil com jovens cheios de ideias e energia para novos desafios tem tudo para ser uma fórmula vencedora. Mas junto com os benefícios, surgem desafios em administrar estas forças e tirar o melhor proveito da diversidade em prol da empresa.

Nas instituições com mais tempo de história ou onde a idade não é impeditivo para contratações, é normal e saudável encontrar as gerações mais antigas misturadas às mais novas. Sendo assim, cada uma delas têm objetivos distintos e cresceu em épocas nas quais as prioridades eram totalmente diversas umas das outras, o que impacta diretamente na sua forma de trabalho.

Quais as gerações mais comuns de encontrar e o que há de diferente entre elas?

Baby Boomers: Nascidos entre 1945 e 1960, estas pessoas geralmente não tiveram muita liberdade na hora de escolher uma profissão, porque cresceram em famílias mais rígidas e conservadoras. Em compensação, viveram novas realidades como o aparecimento do feminismo e surfaram a onda do mundo pós Segunda Guerra Mundial.

Além disso, costumam valorizar bastante o trabalho e a família e, em alguns casos, têm dificuldades quando o assunto é mudança.

Depois deles a Geração X surge entre 1961 e 1980 e entende o conceito de hierarquia, mas acredita que, quando mais flexível, isso contribui para um diálogo mais horizontal. Quem nasceu neste período viu o movimento hippie ganhar vida, enxergou a busca por liberdade e também deu mais atenção aos desejos e sonhos.

Enquanto isso, a Geração Y é montada por pessoas que nasceram a partir de 1980, conectam-se facilmente com a tecnologia e buscam equilíbrio entre um bom emprego e boa vida pessoal. Por serem de um período no qual a criatividade e a liberdade são muito estimuladas, os Millennials também enxergam e se preocupam mais com causas sociais e têm fôlego para romper padrões. Então, levantam questões importantes que

antes não eram discutidas pela sociedade. Construir família e rotina de trabalho geralmente não são prioridades para eles.

Por fim, a Geração Z. Os mais novos a integrar o mercado de trabalho já nasceram entendendo da tecnologia e não têm dificuldade alguma para aprender mais. Como são espontâneos, conectados e habilidosos, os jovens deste momento têm voz, assumem suas opiniões e buscam um estilo de vida que faça sentido para si e traga felicidade, não apenas dinheiro.

Diante de tantas diferenças, como gerir os conflitos de gerações no trabalho?

Mais do que notar a idade, você deve estar atento às características do seu time para evitar os conflitos de gerações e extrair o melhor. Perceber como gostam de trabalhar, suas metodologias e crenças trará informações importantes. Consequentemente, estes dados ajudarão na hora de somar as habilidades e conhecimentos.

Veja algumas dicas de como chegar a um bom resultado

O diálogo e atualização devem ser ferramentas de uso obrigatório.

Líderes precisam acompanhar as mudanças do mercado de trabalho e os momentos que atravessam. Os novos profissionais que vêm por aí já devem chegar com novas necessidades e olhares diferentes. Portanto, procure manter as portas e mente abertas para que toda a equipe possa conversar e se sentir acolhida na hora de levar alguma sugestão, desabafo ou crítica.

“As organizações que lideram o mercado, no entanto, têm consciência da importância da mudança e alcançam o sucesso, em parte, justamente por causa dessa capacidade de se ajustar com rapidez às necessidades […]”, aponta Valerie M. Grubb, autora do livro “Conflito de Gerações: Desafios e estratégias para gerenciar quatro gerações no ambiente de trabalho”. (Editora Autêntica Business).

Se possível, invista em benefícios flexíveis.

As pessoas são diferentes, suas realidades também. As gerações mais novas não prezam tanto por benefícios como plano de saúde. Para eles, um plano de carreira, bolsa de estudos e rotinas com horários flexíveis e home office são mais vantajosos.

Por outro lado, para as gerações mais antigas, olhar para os membros da família e criar grupos que discutam sobre vida financeira e assuntos similares é um atrativo.

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