Você já parou para pensar em como garantir uma alimentação equilibrada e de qualidade aos seus colaboradores? Além de demonstrar preocupação com a saúde e bem-estar dos funcionários, essa é uma excelente estratégia para aumentar a produtividade e melhorar os resultados da empresa.

Quando têm acesso a refeições adequadas e nutritivas, os trabalhadores contam com mais energia e disposição para realizar as suas tarefas com excelência e os resultados aparecem em curto prazo nos níveis de produtividade da organização. Por isso, cada vez mais empregadores vêm oferecendo benefícios como o vale-refeição.

Pensando nisso, preparamos um guia com tudo o que você precisa saber sobre o assunto: para que ele serve, quais são as suas vantagens para a empresa e para os seus usuários, como pode ser ofertado, entre outros pontos fundamentais. Confira!

1. O vale-refeição é obrigatório?

De forma direta, assim como o vale-alimentação, o vale-refeição não consta na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) como uma obrigação por parte do empregador — diferentemente do que acontece com o vale-transporte, por exemplo.

Embora não exista nenhuma lei que obrigue as organizações a fornecer refeições aos colaboradores, cada vez mais empresas percebem a importância desse benefício tanto para a saúde e bem-estar dos times de trabalho, quanto para o bom funcionamento e crescimento do negócio. Isso porque, oferecendo aos funcionários vantagens como as proporcionadas pelo vale-refeição, os resultados corporativos crescem em quantidade e qualidade.

2. Quais são as vantagens para a empresa?

O vale-refeição está entre os principais meios utilizados pelas empresas para incentivar e motivar seus colaboradores, tornando o exercício de suas funções mais recompensante e, como consequência, aumentando a produtividade.

O benefício tem uma ligação direta com a saúde do trabalhador, pois garante o acesso a uma alimentação de qualidade e sem preocupações, além de fornecer a ele comodidade, praticidade e qualidade de vida. Com isso, a empresa também só tem a ganhar. Acompanhe os tópicos a seguir e veja como!

2.1. Aumento da motivação

Os benefícios empresariais estão diretamente ligados ao aumento da motivação do trabalhador e grande parte das organizações já dá a devida importância à questão. Isso fez com que o oferecimento do vale-refeição ou do vale-alimentação passasse a ser considerado um fator importante quanto à retenção de talentos, uma vez que mantém os trabalhadores motivados e satisfeitos.

É preciso entender que quando os funcionários não recebem os estímulos necessários para executar suas tarefas com foco e qualidade, não entregam resultados satisfatórios e com a mesma frequência que aqueles realmente engajados em suas funções — já que esses últimos estão incentivados a dar o melhor de si.

2.2. Promoção à saúde dos trabalhadores

Além de incentivar a motivação do colaborador, o oferecimento de benefícios como o vale-refeição são ótimas maneiras de melhorar a saúde e a qualidade de vida dos trabalhadores.

Isso porque, com ele, o funcionário pode fazer suas refeições diárias nos estabelecimentos de sua preferência — como veremos adiante —, se alimentando bem e de forma prática e confortável.

Com as melhorias referentes à saúde dos seus times, incluindo a redução da recorrência de doenças, acidentes de trabalho e demais complicações, surgem outras vantagens interessantes para as empresas, como a redução de faltas e atrasos.

2.3. Redução do número de faltas e atrasos

As faltas e atrasos por parte dos colaboradores prejudicam o funcionamento e o rendimento de qualquer negócio, concorda? Além disso, quando passam a ocorrer em maior frequência, podem também indicar que algo mais grave está acontecendo na empresa.

Será que todos esses funcionários que faltam e atrasam estão realmente passando por situações complicadas em suas vidas pessoais ou será que eles simplesmente não estão se sentido motivados a ir para a empresa? A desmotivação pode fazer com que os times não sintam vontade de cumprir com suas tarefas e, nesses casos, qualquer situação pode se tornar um motivo para chegar tarde ou deixar de ir trabalhar.

Felizmente, a empresa consegue reverter essa situação aliando o oferecimento de boas condições de trabalho, um ambiente corporativo saudável e apropriado e o oferecimento de benefícios como o vale-refeição. Essa estratégia é um bom incentivo para que o trabalhador se disponha a cumprir suas funções.

2.4. Retenção de talentos

A alta rotatividade é um dos aspectos mais temidos e prejudiciais às PMEs e, nesse sentido, outra grande vantagem do vale-refeição para as empresas é a sua influência na retenção de talentos.

Imagine, por exemplo, que a sua companhia conta com um colaborador competente e extremamente necessário ao cumprimento de determinada atividade. Ele até gosta de trabalhar em sua empresa, mas, grande parte das vezes, sente que não é devidamente reconhecido pelo que faz. Por isso, passa a procurar por oportunidades na concorrência.

Essa é uma situação que poderia ser revertida se a sua organização prestasse a devida atenção e valorizasse o esforço dos seus times de trabalho, investindo neles, já que correspondem ao capital mais valioso de um negócio.

2.5. Redução de impostos por meio do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT)

Criado em 1976, o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) tem como principal objetivo assegurar a saúde nutricional e o bem-estar dos trabalhadores brasileiros. A participação no programa é facultativa, ou seja, as próprias empresas podem escolher se vão ou não aderir a ele.

No entanto, a maioria das organizações opta por efetuar a adesão, sobretudo porque uma das principais vantagens do PAT é a redução de custos, já que o negócio receberá incentivos fiscais referentes à participação. O programa permite a dedução das despesas relacionadas à alimentação dos funcionários e, por lei, um valor proporcional (de no máximo 4%) é descontado do Imposto de Renda.

Na prática, essa redução de custos acontece da seguinte maneira: o PAT funciona conforme uma alíquota aplicada sobre o valor utilizado para custear a alimentação dos colaboradores. Supondo que um negócio ofereça R$100,00 por mês a cada um de seus 10 funcionários, com a participação no programa, a companhia receberia um incentivo fiscal de cerca de R$3,00 por refeição.

3. Qual é a relação entre a alimentação do trabalhador e sua produtividade?

Nos tópicos anteriores, reunimos os principais motivos pelos quais o oferecimento do vale-refeição é essencial para as empresas. Agora, chegou a hora de entender a relação entre a alimentação de qualidade (o principal objetivo do benefício) e a produtividade dos funcionários.

Comer bem é crucial para o funcionamento do organismo e certamente não restam dúvidas sobre isso. No entanto, uma dieta saudável não só ajuda em fatores como controle do peso, diminuição do colesterol e redução dos riscos de diversas doenças, mas também é capaz de potencializar o rendimento das atividades diárias.

É pensando nisso que, a seguir, falaremos sobre como uma alimentação inadequada pode interferir negativamente na produtividade de um colaborador.

3.1. A relação entre saúde, alimentação e produtividade

“Você é o que você come”. Se você já se deparou com esse ditado em algum momento, saiba que, nesse contexto, ele faz todo o sentido. A mensagem a ser passada por essa frase é que tudo aquilo que você ingere pode afetar a maneira como o seu corpo funciona e se comporta todos os dias.

Quando o colaborador adota uma dieta equilibrada e saudável, o seu organismo processa todos os nutrientes devidamente e fornece energia em quantidades ideais para a execução das atividades do dia a dia.

Por outro lado, uma má nutrição, composta sobretudo por industrializados e calorias vazias, não garante a energia que o funcionário precisa para desempenhar as suas funções, gerando uma queda em seus níveis de produtividade.

Funcionários que adotam uma alimentação irregular e escassa nutricionalmente estão  definitivamente mais propensos a fatores como:

  • fadiga;

  • insônia — o que causa exaustão durante o expediente;

  • incapacidade de executar atividades simples com eficiência;

  • redução da eficácia mental, etc.

Nesse sentido, podemos afirmar que parte significativa dos problemas associados à baixa produção no trabalho estão ligados à saúde física dos colaboradores. Além disso, problemas consequentes de uma alimentação inadequada (como obesidade, aumento do sedentarismo e propensão a certas doenças) têm crescido substancialmente.

3.2. As consequências da má alimentação no humor e na cognição

Outros fatores que estão relacionados à má alimentação e podem gerar queda da produtividade no trabalho são as alterações cognitivas e de humor. Em longo prazo, uma nutrição inadequada pode desencadear maiores níveis de irritabilidade, ansiedade e até mesmo depressão.

Todas essas condições podem comprometer seriamente a concentração e a disposição para realizar as funções no trabalho. Em casos mais graves, como a depressão, o colaborador pode sentir dificuldades até mesmo em se levantar da cama e sair de casa todos os dias para trabalhar. Sendo assim, a preocupação com a saúde e a alimentação do trabalhador é uma questão que não deve ser ignorada.

4. Como o vale-refeição beneficia a qualidade de vida dos funcionários?

Começaremos este tópico com uma boa notícia: a preocupação com a saúde e com o bem-estar dos trabalhadores nunca esteve tão em voga quanto atualmente. Isso acontece sobretudo devido ao número crescente de organizações conscientes de que, quando motivado, satisfeito e com boa saúde, o trabalhador produz mais e com mais qualidade.

No entanto, se têm como objetivo justamente melhorar a qualidade de vida do trabalhador, é claro que benefícios como o vale-refeição oferecem diversas vantagens interessantes não só para as empresas, mas, acima de tudo, para essas pessoas.

A seguir, listamos os benefícios do vale-refeição para a qualidade de vida dos times de trabalho:

  • garantia de acesso a uma alimentação variada e de qualidade;

  • saúde melhor e motivação para trabalhar;

  • flexibilidade para realizar as refeições nos estabelecimentos de sua preferência (que podem ser próximos ao trabalho, por exemplo, evitando grandes deslocamentos todos os dias);

  • comodidade para custear refeições sem precisar se preocupar com pagamentos em dinheiro;

  • consequentemente, maior segurança, afinal, não será necessário se deslocar portando quantias em dinheiro, mas somente o cartão magnético (sobre o qual explicaremos ao final do artigo);

  • possibilidade de acompanhar o saldo do vale-refeição a cada compra realizada, o que também pode ser feito via internet;

  • garantia de que o benefício será disponibilizado pelo empregador em datas preestabelecidas.

5. Para que serve o vale-refeição?

Até então, falamos sobre o vale-refeição e suas principais vantagens para as empresas e seus usuários. No entanto, você já sabe exatamente como funciona esse benefício? Sabe o que pode (ou não) ser adquirido por meio dele e em quais tipos de estabelecimentos é possível utilizá-lo? Caso ainda tenha dúvidas, não se preocupe. Vamos esclarecer todos esses tópicos agora mesmo!

Para começar, o vale-refeição é um benefício que visa o acesso à alimentação balanceada e de qualidade e, por meio dele, os colaboradores de uma empresa podem realizar suas refeições diárias com bastante praticidade, custeando cafés da manhã, almoços, lanches e jantares em estabelecimentos como restaurantes, cafés, padarias, lanchonetes, entre outros conveniados à operadora.

5.1. Qual a diferença em relação ao vale-alimentação?

Apesar da similaridade no nome e no propósito, é preciso entender que o vale-alimentação e o vale-refeição são benefícios diferentes.

Em suma, o vale-alimentação também é um benefício destinado à alimentação do colaborador. Com ele, o funcionário pode comprar alimentos em supermercados, armazéns e demais estabelecimentos do tipo cadastrados pela operadora do cartão.

Na prática, trata-se de um benefício que pode se estender a toda a família do trabalhador, já que ele pode utilizar o vale-alimentação para realizar as compras do mês e, assim, adquirir os alimentos a serem consumidos em sua casa durante esse período. Como consequência, todos os moradores da residência poderão usufruir de uma alimentação completa e de qualidade.

A praticidade do vale-alimentação está justamente ligada à sua origem — ele surgiu como um substituto das cestas básicas.

Se antigamente as empresas precisavam arcar com todos os custos e despender tempo para resolver as demandas relacionadas à aquisição e distribuição desses kits, hoje elas podem simplesmente entregar o benefício ao colaborador por meio de um cartão magnético, com a diferença de que o usuário terá a flexibilidade para comprar especificamente o que deseja.

No entanto, devemos ressaltar que, assim como o vale-refeição, o vale-alimentação proíbe a aquisição de itens como bebidas alcoólicas e cigarros, já que esses produtos não resguardam a saúde do trabalhador e, portanto, não estão de acordo com o propósito do benefício.

Nesse sentido, todos os comércios que permitirem o uso do vale-alimentação e/ou vale-refeição para a aquisição desses itens e que forem flagrados ou denunciados estarão sujeitos a punições.

6. Como calcular o valor do vale-refeição?

Neste tópico, vamos explicar como calcular o valor do vale-refeição. Em regra, essa quantia referente ao benefício tem natureza salarial, ou seja, deve integrar o cálculo para pagamento de FGTS, décimo terceiro e rescisão contratual. Entretanto, caso haja desconto na folha de pagamento pelo seu recebimento, ela passa a ter caráter indenizatório e não é mais considerada nos cálculos citados.

Outro aspecto importante é que o valor máximo possível a ser descontado a título de vale-refeição (ou vale-alimentação) é de 20%. Além disso, o percentual deve ser descontado do salário-base.

Vamos supor que o salário-base de um colaborador seja de R$ 1.000,00. Acrescido de horas extras, salário-família e insalubridade, ao final do mês, a sua remuneração é de R$ 2.000,00. Nesse caso, o desconto do benefício será de, no máximo, 20% de R$ 1.000,00, ou seja, R$ 200,00.

É preciso lembrar que não pode haver um prejuízo ao empregado. Sendo assim, o valor descontado não pode ser maior do que o recebido a título de vale-refeição.

Vale pontuar também que a lei não estipula um valor mínimo de desconto do salário do trabalhador, mas apenas o teto máximo. Por esse motivo, mesmo quando o desconto é “simbólico”, o benefício deixa de ser parte do salário do trabalhador para efeitos legais.

7. Vale-refeição em dinheiro ou em cartão?

Oferecer vale-refeição em dinheiro é uma prática não recomendada, uma vez que envolve sérios riscos trabalhistas. Corre-se o risco, por exemplo, de que o valor seja usado de modo contrário ao seu objetivo — como para compras de gênero não alimentício, pagamentos de contas, etc.

Muitas vezes, o trabalhador nem ao menos perceberá como esse dinheiro foi gasto.

Em alguns casos, pode acontecer de o funcionário até mesmo passar a entender esse valor como parte integrante de seu salário, conforme falaremos a seguir. Com isso, em um momento de rescisão, por exemplo, ele pode exigir que os cálculos referentes sejam feitos considerando os valores recebidos a título do vale-refeição.

Para evitar que isso aconteça em seu negócio, vamos detalhar os principais riscos de oferecer vale-refeição em dinheiro.

7.1. Regras do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT)

O principal aspecto legal que rege o funcionamento do PAT é o fato de que, sob hipótese alguma, os benefícios destinados à alimentação do trabalhador poderão ser concedidos em dinheiro  — de acordo com o art. 13, IV, “a”, da Portaria nº. 03/2002.

Entre os motivos da regra, está o fato de que ela impede o uso indevido do valor, ou seja, para fins contrários aos do programa.

Dessa forma, o empregador deverá optar entre as seguintes modalidades:

  • preparar e servir os alimentos para os funcionários dentro das instalações da empresa;

  • contratar uma terceirizada para preparar e servir os alimentos dentro das instalações da empresa;

  • contratar uma terceirizada para preparar os alimentos em sua sede e, em seguida, transportá-lo até a empresa para que sejam servidos;

  • oferecer vale-refeição / vale-alimentação (ou ambos) por meio de um cartão eletrônico.

7.2. Incorporação do valor do vale-refeição no salário

Outro problema que a empresa poderá enfrentar com o oferecimento do vale-refeição em dinheiro é a incorporação do valor em questão ao salário do colaborador. Até então, são vários os casos nos quais a Justiça do Trabalho decidiu que os empregadores que ofereceram o benefício em espécie deveriam recolher férias, décimo terceiro e outros encargos sociais sobre o valor pago em dinheiro.

Assim como já destacamos anteriormente, o vale-refeição não é assegurado por lei. Dessa forma, para que o seu valor não seja incorporado ao salário do funcionário nem refletido nas demais obrigações, o empregador deve aderir ao PAT. A inscrição pode ser feita por meio da internet, acessando a página no programa no site do Ministério do Trabalho (MTE).

7.3. O vale-refeição em forma de cartão magnético

Entre as alternativas apontadas para custear a alimentação dos trabalhadores, o vale-refeição em forma de cartão magnético é certamente a mais indicada. Vamos entender o porquê: quando a empresa opta por preparar e servir as refeições em sua sede (ou contratar uma terceirizada para essa função), devem contar com as instalações adequadas, incluindo um refeitório.

Em alguns casos, isso se torna também um compromisso legal, já que, de acordo com a legislação trabalhista, organizações com mais de 300 funcionários trabalhando no estabelecimento devem dispor de um refeitório próprio. Já para as empresas que têm entre 30 e 300 colaboradores, a instalação de um refeitório é opcional, desde que sejam propiciadas condições suficientes de comodidade e higiene.

Em todos os casos, trata-se de uma opção que, inevitavelmente, gera custos, como as remunerações do pessoal do refeitório (que podem ser internos ou terceirizados), os encargos trabalhistas sobre esses trabalhadores, a manutenção dos equipamentos e do espaço, entre outros.

É claro que o refeitório tem as suas vantagens, mas o vale-refeição em forma de cartão magnético, além de econômico, é a opção mais prática para os colaboradores e para a empresa. A melhor parte é que, contratando uma empresa como a VR, a gestão desse benefício pode ser feita pela própria administradora do cartão. É sobre isso que falaremos a seguir!

8. Por que escolher a VR como prestadora e administradora do vale-refeição?

Para proporcionar todas as vantagens do vale-refeição dentro da sua empresa, é fundamental contar com uma empresa prestadora de serviços que tenha renome e qualidade comprovada, como a VR.

Antes de tudo, tenha em mente que a terceirização da gestão de benefícios é uma alternativa crucial para as PMEs que desejam beneficiar seus colaboradores e otimizar o seu tempo, permitindo que os esforços poupados sejam focados em outras frentes do negócio. Ao escolher a VR como administradora do cartão vale-refeição, a sua organização poderá usufruir das seguintes vantagens:

  • segurança e facilidade de controle;

  • maior produtividade como consequência de uma gestão de benefícios terceirizada e de qualidade;

  • cobertura ampla, com mais de 300 mil estabelecimentos credenciados no Brasil;

  • benefício aceito pelas principais maquininhas de cartão;

  • recarga pontual e sempre de acordo com a data preestabelecida em conjunto com a empresa;

  • possibilidade de acessar o saldo, extrato e data do próximo crédito por meio do site ou do aplicativo;

  • informação do saldo a cada transação feita.

Com este guia, mostramos a você como o oferecimento do vale-refeição só tem a acrescentar às PMEs — desde o aumento da motivação dos colaboradores até a redução dos gastos empresariais.

Agora que respondemos as principais dúvidas e apontamos as informações mais importantes sobre o tema, temos a certeza de que você saberá ofertar o vale-refeição da melhor forma possível para os seus funcionários, escolhendo a VR como prestadora desse serviço.

Gostou do conteúdo que preparamos? Então, assine agora mesmo a nossa newsletter e receba outros materiais como este