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squads tomando decisões sobre a empresa em reunião
squads tomando decisões sobre a empresa em reunião
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Squads: como este sistema funciona? Ele é benéfico para a empresa?

Quem está inserido no meio empresarial já deve ter ouvido falar sobre o termo “squads”, certo? Caso tenha caído aqui de paraquedas, vamos te mostrar o que este termo significa e como ele pode beneficiar o dia a dia de trabalho da sua empresa. 

Os “squads” ou os “esquadrões”, em português, são pequenos times multidisciplinares com um grau de autonomia nas decisões. Eles possuem a responsabilidade de tocar um determinado projeto do início ao fim (em geral, o desenvolvimento de um produto ou serviço). 

Como o termo “squads” surgiu?

Os squads nada mais são que um modelo de gestão ágil, que tem como objetivo aumentar a produtividade das companhias. Eles se popularizaram após terem sido implementados no Spotify, um serviço de origem sueca de transmissão de músicas que já alcançou mais de 300 milhões de usuários ao redor do mundo. 

Algumas empresas japonesas, como a Fuji e a Toyota, já utilizavam esse modelo de gestão desde os anos 70. Porém, com a viralização deste vídeo (com áudio original em inglês, mas com opção de legendas em português), explicando a metodologia, ele ganhou visibilidade mundialmente. 

O funcionamento dos “squads” no dia a dia

Agora que você já sabe o que é um “squad”, é hora de entender como ele funciona no dia a dia. Cada “esquadrão” é formado por profissionais de diversas áreas da empresa. É comum que cada “squad” não tenha mais de oito pessoas, porém isso não é uma regra. 

Geralmente, os “squads” possuem um responsável pela área financeira, que cuida das vendas e do orçamento do projeto; um especialista em marketing; um especialista na área de produção; um responsável pela experiência do cliente, e assim por diante. Obviamente, essa composição depende de cada empresa.

Com autonomia quase total, a equipe recebe uma missão. A  partir disso, o “squad” segue a estratégia definida pela empresa com foco no desenvolvimento do projeto ou do serviço determinado. É preciso que os membros estejam alinhados com o planejamento global da companhia e os outros times. 

A missão dada ao “esquadrão” deve ser acompanhada de perto pelos gestores, sendo revista e tendo os progressos avaliados a cada dois meses, pelo menos. O grande desafio é manter os “squads” autônomos e alinhados entre si. Quanto mais conectados, mais autonomia eles terão. 

O que o Spotify diz sobre a estratégia?

No vídeo divulgado pelo Spotify, é dito que “a estratégia é um motivador para gerar autonomia. Um time motivado produz com ainda mais qualidade e rapidez. As decisões são tomadas localmente e imediatamente implementadas pelo ‘squad’, sem depender da interação de diversos gestores, comitês e outros ‘freios’ existentes.” 

No Spotify, a estratégia é colocar as mesas e as bancadas do escritório juntas para os times conversarem entre si durante o dia a dia. Para isso ser possível, a empresa adotou salas que acomodassem todos os integrantes de maneira que a comunicação fosse constante. 

colaboradores participantes dos squads rindo em reunião

Conceitos essenciais para o funcionamento dos “squads”

A inserção do “squad” nas empresas levou à criação de alguns termos importantes para quem deseja adotar a estratégia na empresa. São formas de solucionar as possíveis falhas que existem no sistema, fazendo membros de diferentes “esquadrões” interagirem entre si. Veja abaixo.

  • Chapters (capítulos): grupos formados por profissionais da mesma área, mas de “esquadrões” diferentes. Os responsáveis pelo setor de tecnologia da informação, por exemplo, se juntam, mantendo uma agenda para trocar informações e atualizações referentes aos projetos; 
  • Tribes (tribos): determinados projetos pedem para dois ou mais “esquadrões” atuarem juntos ou muito próximos, quando necessário. Isso gera sinergia para a solução de tarefas complexas;
  • Guilds (grêmios): forma de agrupamento dos colaboradores de diferentes “squads” deve ser incentivada pela gestão dos “grêmios”. Eles são os grupos que se formam por um interesse em comum, úteis na troca de informações dos “esquadrões”. 

Cuidados na inserção dos “squads”

No livro Os Segredos da Gestão Ágil por Trás das Empresas Valiosas, de João Kepler e Thiago Oliveira, são levantados alguns pontos sobre os “squads”. É dito que “enquanto confere agilidade, a autonomia dos times também é um fator de risco, pois não são todos que conseguem lidar com a liberdade ou trabalhar em equipes autogerenciáveis”. 

A explicação continua: “sem um preparo adequado, é provável que ocorram erros na definição de prioridades e na entrega de resultados, que podem estar desalinhados com as metas da empresa”. Os autores afirmam que, para a metodologia ser um sucesso, é preciso de muita colaboração e profissionais que saibam trabalhar em equipe. 

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