Pessoas e Cultura

Gestão de benefícios: o que é, importância e como aplicar?

VR
04.01.2026
7 min de leitura
Quatro colegas de trabalho, um homens e três mulheres, estão empilhando as mãos uns sobre os outros em uma mesa. Eles estão sorrindo e usando blazers. Há papéis e um lápis na mesa.
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A gestão de benefícios tem um papel essencial na rotina das organizações. Mais do que um conjunto de vantagens oferecidas pela empresa, ela representa uma estratégia voltada ao bem-estar das equipes — contribuindo para um ambiente de trabalho mais produtivo e equilibrado.

Além disso, um planejamento estratégico dos benefícios reflete uma postura de cuidado e valorização profissional. Essa prática fortalece o engajamento, contribui para um clima organizacional positivo e favorece a retenção de talentos.

Para aprofundar o tema, preparamos um guia completo sobre gestão de benefícios nas empresas — explicando o que é, quais são suas principais vantagens e como implementá-la de forma eficiente. Vamos nessa?

Gestão de benefícios: o que é?

Quando falamos em gestão de benefícios corporativos, nos referimos ao conjunto de estratégias e práticas que uma organização utiliza para planejar, implementar e acompanhar os recursos e incentivos oferecidos à equipe.

Seu principal objetivo é reconhecer, valorizar e incentivar as pessoas colaboradoras de forma estratégica — promovendo bem-estar no trabalho, qualidade de vida e maior alinhamento com os objetivos do negócio.

Vale lembrar que, entre os recursos oferecidos, a gestão de benefício pode incluir diferentes tipos de incentivos, que variam conforme o perfil da equipe e as políticas internas.

Por que a gestão de benefícios é tão importante?

Agora que você já sabe o que é gestão de benefícios, vale entender por que investir nessa prática faz tanta diferença. Ela impacta diretamente tanto as pessoas que fazem parte do negócio quanto a própria empresa, pois:

  • Incentiva e engaja o time, contribuindo para um ambiente mais produtivo e comprometido.
  • Contribui para a saúde financeira da empresa, já que a legislação brasileira permite que certas vantagens concedidas às pessoas da equipe, como convênios de saúde e vale-alimentação, resultem na redução da carga tributária.
  • Permite reinvestir em outros setores, como compra de equipamentos, capacitação da equipe ou modernização de sistemas, fortalecendo o crescimento e a evolução do negócio.

Essa regra vale para empresas de todos os portes (pequenas, médias e grandes), que devem escolher os programas de benefícios que melhor se alinhem à sua realidade e necessidades, garantindo tanto o bem-estar profissional quanto as vantagens fiscais.

Leia também: Programa de incentivo — como estruturá-lo em pequenas empresas

Gestão de benefícios corporativos: principais vantagens 

Quando bem aplicada, a gestão de benefícios pode gerar impactos positivos para todo o “ecossistema” da organização. Confira alguns deles:

  • Valorização e motivação das equipes: alinhar os benefícios às necessidades reais do time mostra reconhecimento e cuidado por parte da liderança. Essa prática também contribui para fortalecer uma cultura colaborativa, incentivando o diálogo e o trabalho em conjunto.
  • Retenção e desenvolvimento de talentos: investir em programas de capacitação, treinamentos e auxílio-educação, por exemplo, desenvolve as habilidades do time. Esse incentivo ao aprendizado contínuo fortalece o vínculo com a organização e ainda contribui para reduzir o turnorver.
  • Reforço do Employer Branding: um pacote de incentivos bem estruturado e alinhado ao mercado torna a empresa mais atraente para profissionais de diferentes perfis. Segundo a Society for Human Resource Management (SHRM), os benefícios estão entre os três principais fatores que influenciam a satisfação no trabalho.

Leia também: Entenda a relação entre bem-estar no trabalho e benefícios

Gestão de benefícios: exemplos práticos

Agora que o conceito de gestão de benefícios corporativos está mais claro, é importante entender como ele se aplica no dia a dia das empresas. Na prática, esse processo pode englobar diversas iniciativas, como:

1. Benefícios flexíveis 

Também conhecidos como flex benefits, consistem em oferecer às pessoas colaboradoras a liberdade de escolher os benefícios que mais fazem sentido para elas. 

Por não serem fixos, eles podem se adaptar a diferentes perfis e preferências, permitindo que cada pessoa monte seu próprio “pacote de vantagens” de acordo com suas prioridades e estilo de vida.

Geralmente, esse tipo de incentivo é oferecido por meio de uma plataforma de benefícios, que permite que cada pessoa escolha entre diferentes categorias, como alimentação, refeição, cultura, mobilidade, auxílio home office, entre outros serviços. 

Leia também: Os 11 principais benefícios flexíveis para a sua empresa

2. Benefícios tradicionais (ou espontâneos)

Embora sejam opcionais, esses benefícios se tornaram um padrão de referência no mercado de trabalho. Eles costumam ser oferecidos como um “pacote fixo” a todas as pessoas contratadas via CLT e são muito importantes para manter a atratividade da empresa, já que a falta deles pode dificultar a atração e a retenção de talentos.

São exemplos de benefícios tradicionais:

3. Benefícios obrigatórios (ou legais)

São aqueles direitos garantidos por lei, principalmente pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), ou definidos em acordos sindicais específicos da categoria.

A organização precisa oferecê-los obrigatoriamente, e, caso não cumpra essa obrigação, pode sofrer punições legais. Em resumo, esses benefícios não são um diferencial, mas sim uma obrigação fundamental em qualquer vínculo de trabalho.

Entre eles estão:

Leia também: Benefícios CLT — conheça direitos obrigatórios segundo a lei

Gestão estratégica de benefícios: como implementar?

Implementar uma gestão estratégica de benefícios é sinônimo de “converter” o pacote de incentivos da empresa de um gasto em um investimento no bem-estar e no desenvolvimento das pessoas colaboradoras.

Para isso, é preciso planejar e organizar todas as vantagens (obrigatórias, espontâneas ou flexíveis) de forma intencional, garantindo suporte efetivo e maior satisfação da equipe.

Gestão de benefícios em RH: boas práticas para aplicar no dia a dia

  • Conheça a equipe: faça pesquisas e colete feedbacks para entender o que é mais valorizado nos benefícios.
  • Comunique claramente: use intranet e reuniões para que todas as pessoas da empresa saibam quais vantagens estão disponíveis.
  • Engaje as lideranças: treine líderes para entenderem a política de benefícios e orientarem a equipe.
  • Use plataformas: adotar softwares que facilitem a gestão pode ajudar a proporcionar uma experiência mais simples e prática para todo o time.
  • Acompanhe os resultados: meça o uso e a satisfação com os benefícios e ajuste o pacote conforme as necessidades da equipe.

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Leia também: Quais são os benefícios trabalhistas mais valorizados por cada geração?

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