Pessoas e Cultura

Quais serão as tendências de RH em 2026?

Confira quais as 10 principais tendências e apostas para o setor de RH em 2026 para preparar a sua empresa para o futuro da gestão de pessoas!
VR
18.02.2026
8 min de leitura
Mulher sorridente à frente de um painel digital com ícones de pessoas conectadas por linhas, representando networking e RH.
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Se você atua na gestão de pessoas, certamente deve ter notado que o debate sobre as tendências de RH para 2026 já domina o setor.

Esse movimento é compreensível, visto que a área está passando por transformações profundas — que vão desde o avanço tecnológico e novos modelos de trabalho até a consolidação do RH como um pilar indispensável à estratégia das organizações.

Se o seu objetivo é compreender os fatores que impactarão a rotina do setor e como antecipar essas mudanças na sua empresa, continue a leitura!

Confira as 10 principais tendências de RH 2026

Para apoiar o seu planejamento estratégico, elencamos abaixo as tendências de maior relevância que devem transformar o cotidiano da gestão de pessoas em 2026. Confira para se antecipar aos desafios e preparar sua operação para as transformações que vêm por aí:

1. A inteligência artificial no RH ganha maturidade

Após alguns anos marcada por testes, curiosidade e muitas dúvidas, a IA no RH finalmente entra na fase de uso real e consciente. Em 2026, ela passa a apoiar diferentes processos do setor: desde recrutamento e previsões de turnover até análise de desempenho e personalização de trilhas de aprendizagem.

A diferença agora é a profundidade. Em vez de apenas automatizar tarefas operacionais, os sistemas começam a sugerir caminhos, antecipar riscos e oferecer insights quase em tempo real, sempre visando apoiar decisões, não substituir profissionais.

Por isso, um ponto ganha destaque: usar inteligência artificial no RH de forma ética, transparente e responsável. Entender como esses sistemas funcionam, quais dados utilizam e como evitar vieses será um grande diferencial para as equipes de gestão de pessoas.

2. Governança de IA e diretrizes éticas ganham espaço

Se a IA cresce dentro do RH, a necessidade de governança cresce junto. Em 2026, não basta usar algoritmos, é preciso garantir transparência e proteger os dados de pessoas colaboradoras e candidatas.

Por isso, essa tendência caminha lado a lado com a anterior. O RH passa a trabalhar mais próximo do jurídico e do setor de TI para criar políticas claras de uso, definir critérios de análise, monitorar sistemas e explicar para toda a equipe como a IA entra no processo: para apoiar decisões, não para substituí-las.

3. Automação de processos no RH para reduzir retrabalho

Em 2026 a eficiência deixa de ser uma meta e se torna uma necessidade, com a automação ganhando ainda mais força. Tarefas repetitivas, como controle de ponto, aprovação de férias, admissão, atualização cadastral e fechamento de folha, passam a acontecer quase sozinhas.

Para muitas equipes, essa será a principal forma de ganhar tempo para o que realmente importa: análise, estratégia e atendimento humano. Além disso, sistemas integrados reduzem erros e tornam a experiência de gestão mais simples e organizada.

E se você quer dar esse passo com mais segurança, o RH Digital da VR se torna um aliado importante. A plataforma automatiza processos do dia a dia, centraliza informações, reduz retrabalho e oferece mais agilidade nos processos.

4. People Analytics deixa de ser tendência e vira rotina

Se em 2024 e 2025 o tema avançou, em 2026 ele se consolida como prática obrigatória. A análise de dados ajuda o RH a antecipar problemas, dimensionar equipes, melhorar políticas de retenção e prever necessidades de capacitação.

As tendências de tecnologia de RH vão reforçar o uso de modelos preditivos e dashboards integrados. Mas lembre-se de que o grande desafio será transformar dados em ações práticas e não apenas em relatórios bonitos.

5. Inclusão e diversidade como pilar estratégico

Em 2026, as empresas entendem que não basta ter equipes diversas, é preciso garantir que todas as pessoas se sintam parte do ambiente, tenham voz e consigam se desenvolver de forma igualitária.

A grande mudança é que a inclusão passa a ser mensurada, e não apenas percebida de maneira subjetiva. Isso significa acompanhar indicadores como:

Esses dados ajudarão o RH a entender se as práticas internas estão realmente funcionando ou se existe um “gap” entre o que a empresa comunica e o que as pessoas colaboradoras vivenciam no dia a dia.

Outro ponto importante é o fortalecimento da comunicação inclusiva. Em 2026, cresce a preocupação com linguagem clara, acessível e representativa. Materiais internos passam a considerar diferentes realidades, culturas e identidades.

Leia também: Políticas de inclusão — como tornar o ambiente acessível de verdade

6. Bem-estar emocional como pilar, não benefício

Nos últimos anos, a saúde mental ganhou espaço nas conversas corporativas, tornando-se um pilar essencial da cultura organizacional. Em 2026, o RH precisa encarar o bem-estar emocional não como um “extra”, mas como parte estrutural do ambiente de trabalho.

Isso acontece porque as pessoas profissionais já não toleram mais espaços que desgastam, geram ansiedade ou mantêm um ritmo impossível de acompanhar. Elas buscam empresas que entendam limites, respeitem o tempo de descanso e promovam relações saudáveis, e o mercado começa a responder a essa expectativa.

Em vez de iniciativas isoladas, as organizações precisam criar sistemas completos de apoio, que devem incluir:

Em resumo, investir em bem-estar emocional deixa de ser uma tendência que visa promover a merca empregadora, para ser encarado como uma necessidade real. Empresas que entenderem isso estarão muito à frente na atração e retenção de talentos.

Leia também: Benefícios emocionais — quais práticas realmente geram pertencimento?

7. Foco na Employee Experience

Em 2026 a experiência da pessoa colaboradora passa a ser vista como um produto ou serviço, com etapas bem definidas, testes constantes e melhorias contínuas, assim como acontece com qualquer solução voltada para clientes.

Isso significa olhar para toda a jornada com mais cuidado: desde o primeiro contato no processo seletivo, passando pelo onboarding, desenvolvimento, reconhecimento e até o offboarding. Cada passo é mapeado para reduzir atritos, aumentar a clareza e criar um ambiente onde as pessoas se sintam realmente apoiadas.

A pergunta que guia essa tendência é simples: como o RH pode tornar cada interação da pessoa com a empresa mais humana, eficiente e positiva?

8. Trabalhar a aprendizagem contínua e requalificação eficiente

Com a implementação de novas tecnologias, atualizar competências deixa de ser opcional. Em 2026, as empresas precisam fortalecer seus programas de upskillinge reskilling para preparar as equipes para novas funções e mudanças nos processos.

As trilhas de aprendizado precisam ser mais curtas, personalizadas e conectadas à jornada de cada profissional. O foco está em desenvolver rapidamente o que faz diferença no dia a dia.

Leia também: Aprendizado contínuo como benefício — como estimular a cultura de capacitação

9. A inteligência emocional ganha protagonismo na liderança

Outra tendência super importante é a valorização de líderes que conseguem interpretar contextos, criar proximidade e conduzir conversas difíceis com sensibilidade.

A formação da gestão deve incluir temas como inteligência emocional, comunicação não-violenta, gestão de conflitos, escuta ativa e tomada de decisão humanizada. A ideia é simples: líderes com preparo emocional promovem ambientes mais saudáveis e fortalecem o engajamento.

Com isso, o RH assume um papel fundamental ao capacitar e acompanhar esse processo, garantindo os(as) profissionais tenham ferramentas para lidar com a complexidade do trabalho moderno.

10. Remuneração inteligente e benefícios personalizados

Fechando essa lista, uma tendência que ganha muita força em 2026 é a personalização da compensação. As pessoas querem pacotes de benefícios que conversem com sua realidade e as empresas devem começar a adotar modelos mais flexíveis, permitindo que cada colaborador ou colaboradora escolha o que realmente faz sentido para o seu contexto. Essas opções podem incluir:

  • Benefícios moduláveis.
  • Auxílio home office.
  • Apoio financeiro e educação continuada.
  • Programas de saúde focados em diferentes perfis.
  • Carteiras digitais de benefícios.
  • Premiações e incentivos baseados em performance individual e não apenas metas coletivas.

A remuneração deixa de ser algo fixo e passa a ser realmente inteligente, conectada a dados, performance, expectativas e até ao custo de vida. Em 2026, o RH assume um papel ainda mais estratégico ao equilibrar a sustentabilidade financeira com a valorização real das pessoas colaboradoras.

E para acompanhar essa evolução, o RH pode contar com os Benefícios VR, que oferecem flexibilidade para construir pacotes personalizados, modernos e alinhados ao que as pessoas realmente precisam.

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Leia também: Inovação no RH — saiba como aplicar na sua empresa

Imagem de capa: Fonte: Racesy/Freepik(2025)

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