Pessoas e Cultura

Confira 6 tendências na gestão de pessoas para 2026

Descubra as principais tendências na gestão de pessoas para 2026 e entenda como tecnologia, dados, bem-estar e liderança humana serão essenciais.
VR
22.02.2026
6 min de leitura
Vista superior de quatro profissionais em círculo analisando gráficos em uma prancheta e um tablet. Conectividade global.
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Se você atua como gerente ou lidera equipes, já percebeu que as tendências na gestão de pessoas estão mudando o jeito de trabalhar e de liderar.

Em 2026, gerir pessoas vai muito além de garantir processos bem definidos. A atenção se volta para a experiência da pessoa colaboradora, o uso de dados, bem-estar, tecnologia e decisões mais humanas. Entender essas mudanças é essencial para quem quer fortalecer a cultura, engajar times e manter a empresa competitiva.

Reunimos neste artigo, 6 das principais tendências que devem impactar diretamente a gestão de equipes em 2026, para você entender o que muda e como se preparar desde já. Acompanhe!

1. Gestão de equipes orientada por dados

Em 2026, a gestão de equipes passa a ser guiada por dados que ajudam o RH e as lideranças a enxergar problemas antes que eles virem crises, e oportunidades antes que elas passem despercebidas.

Indicadores como engajamento, performance, clima organizacional, absenteísmo e aderência cultural não podem ser relatórios esquecidos, eles devem orientar decisões práticas como: desenvolvimento de talentos, movimentações internas e melhorias no dia a dia do time.

Mas o diferencial está no equilíbrio. Os dados mostram o caminho, mas não substituem o contexto humano. A gestão de pessoas mais eficiente em 2026 será aquela que combina números com escuta, empatia e leitura de cenário. É assim que as decisões se tornam mais justas, estratégicas e realmente eficazes.

2. A IA na gestão de pessoas entra na fase estratégica

O grande diferencial não será “usar IA”, mas saber como usá-la. A tecnologia entra como apoio e a gestão que aprende a interpretar dados, questionar recomendações e combinar inteligência artificial com contexto e empatia ganha vantagem.

Em 2026, a tecnologia já não estará restrita a testes pontuais ou automações simples. Ela passa a apoiar decisões humanas mais complexas, como:

  • Análise de desempenho e engajamento.
  • Previsão de turnover.
  • Identificação de lacunas de competências.
  • Apoio à tomada de decisão de lideranças.

Para quem quer um norte de como gerir pessoas em 2026 de forma eficaz, é importante ter em mente: a tecnologia amplia a capacidade de decisão, mas a responsabilidade continua sendo humana.

Leia também: Inteligência artificial no RH — como a tecnologia age no trabalho?

3. Lideranças mais preparadas para gerir pessoas (não só tarefas)

Uma das tendências mais fortes na gestão de equipes é a transformação do papel da liderança. Em 2026, espera-se que a liderança saiba muito mais do que organizar entregas. Ela precisa desenvolver habilidades como:

Comunicação clara e empática

Explicar decisões com transparência, ouvir ativamente diferentes pontos de vista e adaptar a mensagem ao contexto de cada pessoa. Lideranças que se comunicam com empatia conseguem engajar mais, lidar melhor com conflitos e criar ambientes psicologicamente seguros.

Leia também: Comunicação interpessoal — o que é e como desenvolver

Gestão de conflitos

Saber gerir conflitos de forma correta se torna uma habilidade-chave para quem está à frente de equipes. Conflitos são inevitáveis, especialmente em times diversos e com diferentes perfis, mas a maneira como são tratados pode determinar o clima organizacional e a produtividade a longo prazo.

A tendência é que líderes utilizem uma abordagem mais empática e estratégica para lidar com desentendimentos. Isso envolve ouvir todas as partes com atenção, buscar soluções colaborativas e agir rapidamente para evitar que o conflito se espalhe ou se intensifique.

Condução de feedbacks difíceis

É essencial que as lideranças estejam cada vez mais preparadas para dar feedbacks claros, objetivos e respeitosos, focando em comportamentos e impactos não em julgamentos pessoais. Quando bem conduzido, o feedback difícil fortalece a confiança, corrige rotas e contribui para o crescimento individual e do time.

4. Bem-estar emocional como parte da estratégia de negócio

No próximo ano, a saúde mental não será apenas um ponto isolado, ela deve ser parte da estratégia de gestão de pessoas. Isso acontece porque as empresas já perceberam que ambientes tóxicos, sobrecarga constante e falta de apoio emocional impactam diretamente em áreas como:

  • Produtividade.
  • Absenteísmo.
  • Rotatividade de pessoas colaboradoras.
  • Qualidade das entregas.

A tendência é estruturar ambientes mais saudáveis, com políticas claras de equilíbrio, pausas respeitadas, modelos híbridos bem organizados e apoio real às lideranças na gestão emocional das equipes.

Mais do que oferecer soluções pontuais, é preciso criar uma cultura que previna o desgaste e promova relações mais sustentáveis no dia a dia.

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5. Experiência da pessoa colaboradora tratada como prioridade

Outro destaque importante é que a experiência da pessoa colaboradora deixa de ser um conceito abstrato e passa a ser trabalhada de forma estruturada. Agora, as empresas começam a mapear toda a jornada do onboarding ao offboarding, com o objetivo de identificar:

  • Pontos de atrito.
  • Falhas de comunicação.
  • Processos confusos.
  • Falta de clareza em expectativas.

A lógica é simples: se a experiência é confusa ou desgastante, o engajamento cai. Mas, quando ela é clara, fluida e respeitosa, os resultados aparecem. Essa tendência reforça uma visão mais moderna, colocando a experiência das pessoas no centro das decisões.

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6. Estratégias mais flexíveis e personalizadas

Por fim, uma tendência que conecta todas as anteriores: a personalização. Agora, estratégias rígidas perdem espaço para modelos mais flexíveis, adaptáveis às diferentes realidades das equipes. Isso aparece em:

  • Benefícios mais personalizados.
  • Modelos de trabalho ajustáveis.
  • Trilhas de desenvolvimento sob medida.
  • Formas diversas de reconhecimento.

Quanto mais a empresa entende seu time, mais consegue criar políticas que fazem sentido e geram valor de verdade.

O que essas tendências mostram sobre o futuro da gestão de pessoas?

O recado é claro: em 2026, gerir pessoas será cada vez mais estratégico, humano e orientado por dados. Tecnologia, empatia e flexibilidade caminham juntas.

Nesse cenário, empresas que se antecipam a essas mudanças conseguem:

E, para colocar tudo isso em prática, contar com parceiros que simplificam a gestão faz toda a diferença. Com o RH Digital da VR, empresas ganham mais controle, integração e eficiência nos processos de pessoas, liberando tempo do RH para focar no que realmente importa: desenvolver equipes, apoiar lideranças e impulsionar resultados.

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Leia também: Mapeamento de competências — por onde começar e como aplicar na gestão de pessoas

Imagem de capa: Freepik (2026) 

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